Quando a dor da infância permanece em silêncio
Nem toda dor da infância desaparece com o tempo. Algumas permanecem em silêncio, atravessando anos e aparecendo de outras formas: ansiedade, medo, desconfortos sem explicação, dificuldades nos vínculos ou emoções que parecem não ter nome. Muitas pessoas convivem com marcas profundas sem conseguir falar sobre o que viveram, seja por medo, culpa ou falta de acolhimento. O texto convida à reflexão sobre a importância da escuta, da proteção à infância e da educação sexual como forma de cuidado e prevenção. Ensinar crianças sobre limites do corpo, consentimento e segurança não antecipa nada, oferece linguagem para reconhecer situações inadequadas e pedir ajuda. Porque uma infância protegida pode transformar uma vida inteira.
E se Fosse Você com Alzheimer? Um Olhar Humano Sobre Memória, Identidade e Cuidado
Muito se fala sobre o Alzheimer, mas pouco se fala sobre os sentimentos envolvidos nessa patologia que tanto assusta. Então, proponho um exercício simples: colocar-se, por um instante, no lugar da pessoa da sua família que está vivendo essa realidade. Pare por um momento e pense em uma das suas lembranças mais queridas da infância. […]